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Tá cansado de tanto estudar?

Esse espaço foi criado para que você possa se distrair com dicas diversas sobre os mais diferentes temas: jogos, receitas, filmes, shows, músicas, desafios, enfim, tudo que nos ajuda a relaxar um pouco depois horas e horas de dedicação ao estudo das disciplinas de nosso curso.

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Responses

  1. foi muito interessante poder curtir o blog da vez do mestre.
    Sou da arteterapia em educação e com certeza estou fazendo o curso acertado.
    Estou tendo a oportunidade de unir tudo o que estudei e dediquei minha vida as artes.
    Melhor ainda quando pude perceber que dedicar a arte a vida é muito mais interessante.
    Conhecer o trabalho de Augusto Boal tb foi uma grande forma de unir as artes em prol a vida.
    Sendo tudo, uma relação de amor.
    Qdo pude asistir esse fim de semana com uns de meus filhos os filme MARLEY E EU. Mesmo “sofrendo” do mesmo mal com o meu cachorrão, um pastor alemão de 7 meses, que a cada encontro com ele, tenho minha roupa rasgada e meus pés ou braços sangrando, percebi, só agora, depois de ter assistido esse filme, que o que ele mais quer é atenção, é amor. Dessa forma, minha relação com ele mudou e agora, somos puro amor.
    Confesso que antes já estava desistindo de te-lo na família, pois via sua forma de agir como uma forma de agressão e não de carencia, um grito de socorro, -” olhem para mim. Estou grande mais ainda preciso de carinho, não tenha medo de mim, só sou desajeitado”.
    Belo momento, esse que vivi, um momento transformador. bjs
    Vera Lucena

  2. só corrigindo:
    -…”ESTOU GRANDE, MAS AINDA PRECISO DE CARINHO…”
    é que fica feio, constar esse tipo de erro.
    (a própria – Vera Lucena)

  3. Olá Vera,

    realmente Marley e Eu é um filme muito interessante e nos proporciona novos olhares sobre diferentes aspectos da vida!

    Gostei muito da sugestão e espero que todos curtam também!

  4. Oi Vera,
    Eu ainda não vi o filme não, mas já li o livro.
    Deixe-me lhe contar…
    Fui dar aulas no interior de Goiás, nas cidades de Posse e Formosa (cidades aonde temos alunos aqui do curso) e no aeroporto aqui no Rio de Janeiro, enquanto espera o vôo para Brasília, vi na bancada de uma livraria aquele cão com a cabeça virada pro lado com uma cara de carente e não agüentei, comprei o livro.
    O livro deu pra rir e pra chorar. Fui das gargalhadas ao pranto, chegando a ser observada pelos passageiros do avião quando soluçava. Confesso: Não consegui ler os últimos 2 capítulos do livro, pois as lágrimas não me permitiram enxergar. Era muito sofrimento!
    Depois te conto quantos cachorros eu tenho pra você me entender.
    Por fim… dei o livro para minha mãe ler e ela leu em voz alta para que meu pai também participasse da aventura com Marley. O testemunho dela é quase igual ao meu. Inclusive me contou que aquele cara “durão” (meu pai) se entregou às emoções. rsrsrsr
    Realmente é muito interessante, principalmente para quem cuida e gosta dos cães como nós.
    Eu tenho quatro (todos da raça boxer) e meus pais tem um boxer também, filhos de dois dos meus cães (Freud e Brhizza) que foi um presente de dia das mães. Imagine!! Meu pai ficou contrariado dizendo: – “ Ele vai acabar com o jardim!!! Ele nunca vai entrar em casa, ouviram?”
    Bem, hoje, Smurf dorme no quarto com meus pais. ACREDITE!! Rsrsrsrsrs

  5. Smurf é aquele cão que dei de presente.

  6. Iniciei o curso agora, quentinha, já fiz a pós em Arte e Tecnologias, estou aqui porque gosto da arte e do que faço. Escolhi esse curso pois é realmente o que quero, que é ajudar aspessoas e a mim mesma queàs vezes fico confusa com as coisas, isto é…piradinha! Gostei do papo de cachorro, temos uma cadela a Gisele que entrou aqui carente, ficou e gostamos dela, uma ‘vira-lata’ lady, vivia na rua e hoje só quer saber de ração chik, imagine…atualmente está com 4 filhotes lindos. No mais quero conhecer mais colegas para trocarmos ideias, fico por aqui, bjs carinhosos. Miriam-RR

  7. Professora Fabiane,
    Eu sei que este espaço é apenas para relaxar, mas foi a única forma que encontrei para discutir assuntos burocráticos, já que deixei algumas mensagens no mural do aluno solicitando os instrumentos de AV1 e AV2 e até hoje não os recebi. Minha matrícula no curso de pós em Arteterapia em Educação é 42001. Espero receber uma resposta e, assim, retomar o curso.
    Desde já agradeço e parabenizo a todos por este blog que, com certeza, já é um grande sucesso. Um grande abraço. Rosângela

  8. Cara Rôsangela,

    para assuntos burocráticos você deverá entrar em contato conosco pelos emails disponibilizados no blog.

    narcisa@vezdomestre.edu.br e fabiane@vezdomestre.edu.br

    Somente assim poderemos ajudá-la.

    Abraços,
    Prof. Narcisa

  9. Realmente tenho estudado muito pois, faço outro curso superior… Licenciatura… Mas o que tenho realmente gostado é da disciplina de oficina de arte e materiais….De muito bom gosto e me faz relaxar ao estudar pois me lembro de tudo que já apliquei em minhas aulas por intuição e desejo de melhorar.
    Grande abraço a todos
    Geany Broliver

  10. Que bacana! Agora sim, estou mais satisfeita com a modalidade do ensino à distância, sentia falta de conhecer outros alunos, mas cadê o povo de Brasília? Como fazer essa integração? Poderíamos receber por e-mail lembretes para integração, quer seja através do blog ou orkut. Quero conhecer o mercado de trabalho em todo o país.
    Desde já, obrigada pela atenção.
    Edelcilene (DF).

  11. Ainda estou um pouco confusa. Mas, estou adorando fazer a pós arteterapia em educação e saúde, pois é realmente desejo aprofundar-me na arte, e ajudar as pessoas com seus conflitos.
    Adorei visitar o site Museu da Pessoa. Pois, todos fazemos parte da história, o Museu da Pessoa é um espaço onde cada um tem a oportunidade de preservar sua história de vida. E como toda história de vida tem valor, deve fazer parte da memória social.
    Todo indivíduo tem sua participação na vida social, na construção da história da sociedade, e esse espaço faz integrar indivíduos e distintos grupos sociais através da produção e conhecimento e experiências de cada um, e faz com que rompa o isolamento de alguns grupos sociais e impulsiona processos de empoderamento fundamentais para mudar relações sociais, políticas e econômicas.

  12. A HISTORIA DE CADA UM CONTRIBUI PARA A TRANSFORMAÇÃO DA SOCIEDADE.

    Palavras chave: Memórias remetem a lembranças, que remetem à imaginário, que remete à identidade, que remete às raízes, que remetem à absorção de alimento para sustentação da vida. Tal encadeamento de ideias valida a afirmativa: Povo sem memória, perde sua identidade CULTURAL esquece sua própria história. Como somos fruto das nossas próprias escolhas e percepções, povo sem memória corre o risco de nunca ter existido.

    O tema abordado neste inicio de curso está sendo estimulante e instigante. Bom passear pelos textos sentido-me levada através das histórias de ilustres desconhecidos e ilustre reconhecidos, como por exemplo Tião Rocha. Cidadão mineiro mas fundamentalmente do mundo, Admirado pelos mais diferentes tipos de “gente” que tem em comum: o olhar para a educação como sendo um ato contínuo de aprendizagem, em todo lugar, todo tempo e pra todo modo de ser gente.

    Bom, eu fui professor na minha vida. Quer dizer, eu fiz História, fiz Antropologia e tal e fui dar aula, porque era a opção que eu tinha. Mas eu dei aula em todos os níveis…… E aí eu me dei conta, em determinado momento da convivência com essas realidades, com tudo, que eu não queria ser mais professor, mas que eu precisava ser educador….. e os meus companheiros de universidade achavam que era a mesma coisa. “Professor e educador é a mesma coisa, ganha o mesmo salário, igual, a mesma porqueira”. Eu falo: “Não é.” É diferente, entendeu, porque o professor é aquele que ensina, o educador é aquele que aprende.
    Tião Rocha

    Ensinar e aprender a produção teórica e prática das artes, faz-nos vislumbrar: trajetórias, necessidades, expectativas, sonhos, raciocínio humano e suas peculiaridades; na materialização da percepção dessa humanidade através de momentos culturais que se estendem desde a pré-história até a contemporaneidade.

  13. Como postei anteriormente todo indivíduo tem sua participação na vida social, na construção da história da sociedade, e esse espaço faz integrar indivíduos e distintos grupos sociais através da produção e conhecimento e experiências de cada um.
    É importante contar histórias. Talvez tenha decaído a arte de trocar experiências, ficou um pouco esquecido o contar histórias. A experiência que passa de boca em boca e que o mundo da técnica desorienta. A Guerra, a Burocracia, a Tecnologia desmentem cada dia o bom senso do cidadão. E o individuo acaba esquecendo, se acomodando e não contando/fazendo história.
    Ao transmitir as lembranças a pessoa vence distâncias no espaço. e volta a contar as aventuras sobre sua terra, seus conterrâneos,sua infância , e cujo passado habita em nossa memória. O contar histórias é buscar na memória um fardo de conhecimento do qual tira os conselhos, com as experiências de vida, o narrador tira o que narra da própria experiência e a transforma em experiências dos que o escutam. Hoje não há mais conselhos, nem para nós nem para os outros. Estamos na era da informação, a busca da sabedoria perde as forças, foi substituída pela opinião. E ficou esquecido como contar histórias, reviver lembranças, e o contar histórias é fazer da sua vida uma história, que fará parte da história da sociedade. E contar história é uma arte.

  14. Quero fazer um comentário sobre o filme sugerido Lixo Extraordinário. Achei ótimo, todos deveriam assistir.
    É UM DOCUMENTÁRIO, onde mostra a trajetória do lixo depositado no Jardim Gramacho, maior aterro sanitário da América Latina – localizado em Duque de Caixas, no Rio de janeiro- até ser transformado em arte pelas mãos do artista plástico Vik Muniz e segue para prestigiadas casas de leilões internacionais. Obras estas, que muitas vezes, retornam ao Rio para compor as paredes da alta sociedade carioca. O documentário mostra a realidade do local, ali participam catadores de lixo como personagens e ajudantes nesta obra.
    Tudo gira em torno do negócio, de galpões para recolher material reciclável a uma favela onde vivem boa parte dos 3 mil catadores que trabalham ali. Aprendemos a dizer “residuos sólidos”, porque o que gera dinheiro não pode ser chamado de lixo, por ter utilidade para alguém e também ajuda a preservar o meio ambiente. A idéia de Vik é fotografar cada personagem interagindo artisticamente com o lixo, retrabalha cada imagem com pedaços artísticos de lixo e faz obras de arte que são vendidas em Londres por uma baba. O dinheiro é revertido para a comunidade, que é representada por lindos personagens que o filme usa de maneira estarrecedor.a
    É impressionante as dimensões gigantescas do aterro, montanhas de lixo sendo reviradas por catadores , que brigam por espaço com urubus. Vik toma contato com esta realidade, e registra todos os pormenores, encontra personagens para sua obras, do presidente da associação dos catadores que luta por uma realidade melhor pra sua categoria, a mulheres com histórias trágicas até chegarem ao lixão
    Vik fotografa grupo de catadores que estão no local, seu objetivo é pintar retratos dos catadores com lixo, mas o trabalho do artista com eles, revela a dignidade e desesperança daquelas pessoas. Após fotografar os catadores em diversas poses,inclusive numa recriação de “Marat assassinado”, quadro de Jacques-Louis, ele leva os retratos para um galpão e,a partir das fotografias, recriou as imagens com objetos encontrados no próprio lixo.
    O filme/documentário fala sobre o artista plástico Vik e dos catadores, como as historias humanas de luta e superação que comovem.
    Faz com que as pessoas tomem consciência sobre a questão do lixo. Uma conscientização para todos nós.

  15. Gostaria de falar um pouco sobre história, memória e arte.
    A importância de contar histórias. Talvez tenha decaído a arte de trocar experiências, no mundo em que estamos vivendo, correndo, sem tempo para contar histórias, conversar ou ouvir alguém. Essa experiência que passa de boca em boca e que o mundo da técnica desorienta. A Guerra, a Burocracia, a Tecnologia desmentem cada dia o bom senso do cidadão.
    Ao transmitir as lembranças a pessoa vence distâncias no espaço, e volta a contar as aventuras sobre sua terra, seus conterrâneos,sua infância, sua vivência, e cujo passado habita em nossa memória e forma a nossa história. O contar histórias é buscar na memória um fardo de conhecimento do qual tira os conselhos, com as experiências de vida, o indivíduo tira o que narra da própria experiência e a transforma em experiências dos que o escutam. Hoje não há mais conselhos, nem para nós nem para os outros. Estamos na era da informação, a busca da sabedoria perde as forças, foi substituída pela opinião. E ficou esquecido como contar histórias, reviver lembranças.E o contar histórias é fazer da sua vida uma história, que fará parte da história da sociedade. E contar história é uma arte que devemos continuar a fazer.

  16. Comentário sobre o vídeo Mestres de Obra.
    O vídeo se reporta ao Circuito Cultural Mestres da Obra, se refere ao modo como o Programa de Desenvolvimento humano, vê o trabalhador da construção civil; cada trabalhador sabe o seu ofício, cada um é mestre de algum modo, ninguém sabe tudo e a obra precisa do conhecimento de todos para se realizar.
    Mestres da Obra é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, que atua dentro de canteiros de obras e tem o trabalhador da construção civil como público alvo. E, tem como missao contribuir para o desenvolvimento humano dos trabalhaores da construção civil nas questões relacionadas a educação, promoção de saúde e cultura.
    Tem o objetivo de realizar projetos culturais nas áreas das artes visuais, do design, da música e da palavra, e tem como resultado o fortalecimento da auto-estima, qualificação dos ambientes de trabalho, bem estar e qualidade de vida.
    As artes plásticas são desenvolvidas ali, onde a vivência de arte dentro dos canteiros de obras que utiliza como matéria prima os diversos resíduos gerados no próprio canteiro. As ferramentas e os materiais aproveitados para as atividades nos ateliês são os mesmos utilizados na obra civil, a criação final é fruto da imaginação de cada um.
    O teatro realizado dentro do próprio canteiro, a peça retrata um migrante nordetino, que se muda para a cidade grande em busca de uma vida melhor, e aborda temas como álcool, segurança do trabalho, a família, a cultura de origem, a amizade e atransformação em profissional da construção civil.
    o vídeo é muito bom, ensina os operários as cores primárias, que misturadas tornam outras cores, a reciclagem, o reaproveitamento dos tapumes, e resíduos de materiais que se tornam obras de arte, de acordo com a criatividade de cada um, e muito importante também é como eles utilizam isso tudo para que haja uma interação entre os migrantes. Muito bom.

  17. Olá professora e colegas de curso;
    assisti (baixei da internet) ao filme “Como estrelas na Terra toda criança é especial” – o filme fala sobre dislexia, ou melhor, a abordagem e o olhar do professor de Artes ao ter contato com o menino portador da dislexia é tudo de bom. Quanta sensibilidade e percepções apuradas por parte desse professor. Muito emocionante! Interessante ver o que a Arte pode fazer na vida de uma criança completamente à margem do cotidiano da escola. Fico por aqui para não contar o filme. Vale assistir.
    Abrçs.,
    Edson Damião Almeida da Silva


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