Publicado por: narcisamelo | 02/12/2011

Atividade Extra!!!!

Olá alunos!

Chegamos ao final do ano e para encerrar nossas atividades, estamos trazendo um vídeo muito bacana para vocês assistirem. Aproveitem nossa última atividade de 2011!

ATIVIDADE ASSÍNCRONA NO BLOG: Assista abaixo o vídeo “Dancing” e poste um comentário no blog do curso https://iavmarteterapia.wordpress.com/

 

Temos também nossos chat´s semanais.  Verifique abaixo nossos dias e horários (horário de Brasília)

 

Contamos com a participação de vocês!

Abraços,

Prof.ª Mary Sue e Prof.ª Narcisa

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Publicado por: AVM Faculdade Integrada | 22/11/2011

Primavera do Livro no Rio de Janeiro


Para maiores informações, acesse o link: http://www.libre.org.br/noticias.asp?ID=338

Publicado por: AVM Faculdade Integrada | 22/11/2011

Primavera do Livro no Rio de Janeiro

Para maiores informações, acesse o link:

Publicado por: narcisamelo | 04/11/2011

Atividade Extra Novembro

A FORMAÇÃO DO OLHAR…

 Olá alunos!

Para este mês vamos desenvolver mais uma atividade diferente!

Leia o texto abaixo:

 

Experiências com Leitura
O Sorriso Etrusco e a monitora que foi “no antigamente”

ANA ANGÉLICA ALBANO

Disponível em http://www.monica.com.br/mural/alcance/alcance3.htm

A Bailarina (Renoir – 1874)

Um velho camponês da Calábria, sentado diante de um sarcófago etrusco, numa sala vazia do museu romano de Villa Giulia, desperta a atenção do vigia: “O que estará vendo nessa estátua?”, pergunta-se o guarda.

E, como não entende, não ousa retirar-se, temendo que de repente aconteça alguma coisa, ali, naquela manhã que começou como todas as outras e acabou sendo diferente. Mas tampouco ousa entrar, contido por inexplicável respeito. Continua na porta olhando o velho. Que, alheio à sua presença, concentra seu olhar no sepulcro, sobre cuja tampa se reclina o casal humano.

Através da descrição deste momento de silenciosa contemplação, José Luiz Sampedro inicia o seu romance “O Sorriso Etrusco” e, ao longo da narrativa, vai nos revelando o impacto provocado por aquela visão, capaz de fazer o velho refletir sobre a vida e como encarar a própria morte: – “Os etruscos estavam rindo, estou dizendo. Gozavam até em cima da própria tumba, você não percebeu?… que gente!”

A obra de arte tem este poder de revelação por ser ao mesmo tempo reflexo e espelho. Diante de uma obra, podemos nos observar ao mesmo tempo que observamos a imagem que se entrega à nossa contemplação. Ao nos emocionarmos com uma obra, passamos a ouvir em nós o eco da mesma verdade que levou o artista a criá-la. Pois, para que o sentido de uma obra seja compreendido, é preciso deixar que ela nos modele como modelou o artista que a criou.

Tenho, ainda, vívida na memória, a emoção de entrar pela primeira vez no MASP, recém inaugurado na avenida Paulista. Era minha primeira visita a um museu, o primeiro contato ao vivo com obras que conhecia através de livros. Difícil descrever a impressão que me causaram. Recordo-me, em especial, da surpresa diante da obra de Degas. Fiquei, particularmente, tocada por uma escultura: a fragilidade do tecido da saia contrastando com a dureza do bronze. O eterno e o perene convivendo na imobilidade daquela escultura como um contraponto para o movimento das bailarinas das pinturas. Mais adiante, em outra tela, a visão de uma mulher no instante que sai do banho… Tudo em dimensões tão diferente das que havia imaginado! Espaço e tempo se fundindo na memória. As obras trazendo-me à lembrança a vida de Degas, sua intimidade com as formas em movimento e a cegueira que o levou da pintura para a escultura. Tudo ao alcance da minha visão e imaginação naquela tarde em São Paulo.

Era o fim dos anos sessenta, estava no primeiro ano da Faculdade de Artes Plásticas e a visita semanal ao Masp passou a fazer parte da minha rotina de estudante. A entrada era gratuita e o museu estava sempre vazio oferecendo-se à minha contemplação.

Anos mais tarde, reconheço nas recordações de adolescente de Tuneu o mesmo desfrute solitário do Masp, embora o local fosse outro: não ia ninguém naquele museu. “Tinha um ‘gato pingado’ aqui, outro ali. Tomei prazer. Aquilo ficou meio uterino. Era na 7 de Abril, no segundo andar dos Diários Associados. Era um ambiente para dentro, todo fechado. Era um contato muito forte, mesmo que eu não entendesse certas coisas. Estar na frente de um Rembrandt com 12, 13, 14 anos é fundamental. Hoje sou capaz de entender como aquela pintura é feita, tenho uma leitura. Tenho outro repertório de informação, que abrange muito mais coisas. Sei que azul é aquele. Mas com 12 anos é fundamental o contato. Não importa o azul, não importa a química. Isto vem depois. Mas era um ambiente transformador para mim…”

As lembranças de museus vazios com certeza não farão parte das memórias dos adolescentes que, hoje, formam filas para visitar uma exposição.

É inegável que mudaram muito os nossos equipamentos culturais. Não só temos tido, com freqüência, exposições da maior qualidade, como melhoraram também as instalações e o trabalho de divulgação dos museus. A maioria das mostras conta, hoje, com um serviço educativo e visitar exposições já faz parte da agenda de muitas escolas.

Porém, as filas de estudantes e a quantidade de ônibus escolares parados na porta dos museus não significam que resolvemos um problema, mas sim, que agora temos um problema que merece nossa atenção.

Não basta levar os alunos a uma exposição quando os meios de comunicação dizem que esta é importante. É preciso, antes, que este tipo de atividade já faça parte do repertório do professor. Que ele, como o velho camponês, já tenha se visto refletido num sorriso etrusco e saiba, portanto, o valor da contemplação de uma obra, sendo capaz de se emocionar com o vermelho de uma pintura ou com as curvas de uma escultura. Também é muito importante que tenha informações sobre História da Arte. É imprescindível que compreendamos que a arte pode nos levar para espaços dentro de nós mesmos a que não teríamos acesso de outra maneira.

Rilke descreve com precisão esta experiência, referindo-se ao poder da música: “Eu, que já em criança desconfiara tanto da música (não porque me arrebatasse de mim mais do que qualquer outra coisa, mas porque eu notara que não me depositava no mesmo lugar em que me apanhara, mas mais no fundo, em algum lugar bem dentro do inacabado)…”.

Partilhar com os alunos imagens que nos levam a lugares inesquecíveis pode enriquecer sua visão do mundo, mas sobretudo, pode ensinar-lhes muito sobre eles mesmos.

Participando de uma reunião num Centro Cultural na cidade de Diadema, ouvi, de uma menina de 12 anos o seguinte comentário: “Eu freqüento a oficina de Artes Plásticas e um dia o professor nos levou para visitar o MACe virando-se para a audiência, explicouo Museu de Arte Contemporânea.

Quando eu entrei lá, achei que não ia entender nada, mas depois o professor começou a explicar e eu vi que era capaz de entender!”

O orgulho e a confiança desta menina me ajudaram a refletir sobre a importância da leitura de imagens.

Ela me mostrou que uma moradora de Diadema podia entrar na ordem de um discurso, antes reservado a poucos, porque era capaz de entender o que as imagens falavam. Mas, principalmente, ela me falou da importância de ter tido um mediador atento e sensível, capaz de guiá-la neste aprendizado.

Um mediador que olhou com a mesma atenção sensível para as obras e para o grupo de alunos que acompanhava, observando suas perguntas, sendo capaz de acolher suas descobertas.

Quando isto não é possível, corremos um grande risco: as visitas guiadas podem se constituir uma atividade estéril, sem sentido. Podem confundir, mais do que esclarecer.

Observando um grupo de crianças de 5 anos que visitava uma exposição, tendo como guia uma monitora do museu, Maria Isabel Leite registra a seguinte cena: ao mesmo tempo que a palavra “antigamente” era usada repetidamente, a monitora demonstrava uma intimidade com o pintor que dava bem a impressão de tê-lo conhecido. Foi então interrompida por um menino:

Menino: Você foi no “antigamente”?
Monitora (sem prestar muita atenção na pergunta):
 – É…é…

Uma criança para a outra:
 – Nossa! Cara! Ela foi no “antigamente”!!!
A criança responde:
 – Manero, cara!

Profª Ana Angélica Albano – Prof ª Dra. da Faculdade de Educação da Unicamp. Autora de “Tuneu, Tarsila e outros mestres… o aprendizado da arte como um rito de iniciação”, Plexus Ed.

Segundo o texto, “não basta levar os alunos a uma exposição quando os meios de comunicação dizem que esta é importante. É preciso, antes, que este tipo de atividade já faça parte do repertório do professor. Que ele, como o velho camponês, já tenha se visto refletido num sorriso etrusco e saiba, portanto, o valor da contemplação de uma obra, sendo capaz de se emocionar com o vermelho de uma pintura ou com as curvas de uma escultura. Também é muito importante que tenha informações sobre História da Arte. É imprescindível que compreendamos que a arte pode nos levar para espaços dentro de nós mesmos a que não teríamos acesso de outra maneira”.

Com base na leitura realizada, aponte de modo crítico e reflexivo, a importância de levar crianças e jovens a instituições culturais. De que forma o educador deverá planejar esta atividade para que ela se torne significativa para todos?

Envie por email para narcisa@avm.edu.br Lembre-se que sua produção precisa ter pelo menos duas laudas.

 Temos também nossos chat´s semanais.  Verifique abaixo nossos dias e horários (horário de Brasília)

  

Contamos com a participação de vocês!

Publicado por: narcisamelo | 28/10/2011

13° Talentos da Maturidade

Olá alunos,

hoje temos uma notícia muito boa! Um de seus colegas decidiu participar do concurso Talentos da Maturidade, organizado pelo Grupo Santander, e seu trabalho foi publicado no site.

Para quem tiver interesse, segue abaixo o link da publicação:

http://talentosdamaturidade.clientes.ananke.com.br/trabalho/26070/a-arvores-da-montanha

Parabéns pela iniciativa, Roberto!

Publicado por: narcisamelo | 11/10/2011

MUSEU DE IMAGENS DO INCONSCIENTE

 Olá alunos!

Estamos na reta final de 2011 e estas serão nossas últimas atividades trimestrais do ano! Para você, que ainda não teve disponibilidade para participar, este é um excelente momento! Estamos com temas bem interessantes! Temos certeza que vocês irão gostar!

Então, para o mês de outubro estamos com a seguinte proposta:

1-      Visitem as exposições virtuais do Museu do Inconsciente através do site: http://www.museuimagensdoinconsciente.org.br/html/exposicoes.html

2-      Leia o texto abaixo:

“Somos uma estranha espécie de seres vivos, é preciso repetir. E talvez em toda a Terra sejamos a única assim, pelo menos por enquanto. Pois possuímos, mulheres e homens de todos os povos de antes e de agora, uma mesma herança genética. E somos tão iguais em nossas mínimas diferenças biológicas, que bem poderíamos ter criado uma forma única de viver, um único modo de vida, uma única língua, uma só cultura. A metáfora da Torre de Babel poderia nunca ter existido. No entanto, criamos uma infinidade de maneiras diversas de ser e de viver, de pensar e mesmo de sentir, de falar e de expressar sentimentos, saberes e sentidos da vida através de imagens e de idéias. Vejamos um único pequeno exemplo: são mais de cinco mil as línguas faladas hoje ao longo do planeta, e somente no Brasil elas são mais de cento e oitenta. Para vivermos na Terra, e para nos havermos transformado em seres humanos de uma única espécie (as dos hominídeos que nos antecederam foram várias) ao longo dos anos da história da humanidade, aprendemos a criar e transformar de muitas maneiras os mundos em que vivemos as nossas vidas. Assim, podemos dizer que se a natureza humana é uma só, as culturas humanas foram e seguem sendo múltiplas e diferentes. E somos na verdade humanos porque somos tão iguais e tão diferentes” (BRANDÃO, 2005: 15, 16).

 Fonte: BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Viver de criar cultura, cultura popular, arte e educação In Linguagens artísticas da cultura popular. Ministério da Educação. Salto para o futuro. TV Escola. Boletim 01. Março/abril de 2005.

Agora, tomando o trecho de Brandão e as exposições virtuais como inspiração, pesquise imagens que expressem a diversidade de formas de ser e existir hoje. Faça uma apresentação utilizando as imagens escolhidas. Comente sua produção. Envie por email para narcisa@avm.edu.br

 Temos também nossos chat´s semanais.  Verifique abaixo nossos dias e horários (horário de Brasília)

 

Contamos com a participação de vocês!

Abraços,

Prof.ª Mariana e Prof.ª Narcisa

Publicado por: narcisamelo | 04/10/2011

A arte sem memória

Olá alunos! A colega de curso de vocês encontrou uma matéria interessante e decidimos compartilhar com todos! Leiam e postem seus comentários!!!!

A arte sem memória

Publicado por: narcisamelo | 16/09/2011

Novo horário de chat

Olá alunos,

Venho informar que nossos chat´s que anteriormente aconteciam nas terças estão passando para segunda. Nossos horários também estão atualizados. Favor verificar abaixo nosso novo horário:

CHAT COM TUTORA NARCISA

Arte em Educação e Saúde: Segundas, às 18h30 (horário de Brasília)

Psicopedagogia Institucional: Segundas, às 19h (horário de Brasília)

Sexualidade: Segundas, às 19h30 (horário de Brasília)

 Quaisquer dúvidas, por favor, entrem em contato pelo email narcisa@avm.edu.br

Abraços,

Professora Narcisa

Publicado por: narcisamelo | 16/09/2011

Centro Cultural do Rio de Janeiro – Programação

Olá alunos!

Como estamos iniciando o mês de setembro, está na hora de atualizar nossa programação de atividades extras. Confiram abaixo o que planejamos para vocês:

 

  1. 1.      ATIVIDADE ASSÍNCRONA NO BLOG

Assista ao vídeo “Sobre a Coragem de pedir ajuda” http://tedxamazonia.com.br/tedtalk/bernardo-toro e poste um comentário no blog do curso https://iavmarteterapia.wordpress.com/

 

  1. 2.      ATIVIDADE ASSÍNCRONA POR E-MAIL

Com base no vídeo de Bernardo Toro, crie uma atividade sobre o tema “A coragem de pedir ajuda: arte, cuidado e ética” e nos encaminhe por e-mail, seguindo o roteiro a seguir:

 

  • Objetivo
  • Público-alvo (com ou para quem será desenvolvida a atividade)
  • Estratégias (etapas principais e atividades previstas)
  • Recursos necessários
  • Formas de avaliação
  • Anexo (músicas e/ou textos que serão utilizados)

 

  1. 3.      CHAT TEMÁTICO COM O MENTOR: Sobre a coragem de pedir ajuda: arte, cuidado e ética
 

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